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Corrida feminina de patins: um esporte charmoso e brutal
sábado, 29 de outubro de 2011

Natacha Negrão

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 Divulgação

Imagine garotas correndo loucamente de patins em uma pista circular, se empurrando e saltando por outras garotas caídas. Todas com apelidos de duplo sentido ou trocadilhos, maquiagem e uniformes diferentes. Isto é roller derby! “Um esporte bruto com o charme das pin-ups”, disse o treinador das Jellyfish Girls (única liga da Baixada Santista), Rodrigo Cabral ou Derbie Charmer, como é conhecido.

Cabelos com as cores mais diferentes, maquiagem carregada, meias arrastão, meias coloridas, roupas justas com um estilo retrô, feminino e punk ao mesmo tempo... Estas são algumas características da identidade visual de uma roller derby. O visual está extremamente ligado ao esporte, o que o diferencia de uma simples liga de corrida de patins.

E é justamente esta identidade visual que traz a graça do esporte: garotas bonitas, independentes do tipo físico, correndo a 45, 60 km/h, se “degladiando” para vencer a partida. A parte dos apelidos é tradição entre as garotas e símbolo de singularidade entre elas. Existe até uma lista oficial com os Derby Names para nenhuma ter o mesmo apelido.

O gosto massivo pelo rock também é predominante entre elas, desde o estilo rockabilly até o mais pesado heavy metal.

De acordo com a líder das Jellyfish Girls, Cris Braga ou Ladie Bomb, o estilo das roller derby realmente está aliado ao esporte, mas não é o principal. “Precisa de muito treino e força de vontade”, disse ela, referindo-se às garotas que procuram o esporte pela aparência e quando veem que é necessário o esforço também, acabam desistindo.

A ideia de começar uma liga em Santos foi da Ladie Bomb. Ela sempre achou lindo patinação e, à procura de um esporte para praticar, acabou encontrando na internet o roller derby. “Quando descobri o esporte e vi que não havia aqui em Santos, concluí que estávamos perdendo muito tempo, já que é uma cidade plana, perfeita para praticar esportes sobre rodas”.

O que é o roller derby? – O roller derby surgiu nos anos 30 e nem sempre foi praticado por garotas. Era visto apenas como um esporte de corrida até que, por volta dos anos 50, os organizadores das ligas viram que quando havia quedas ou brigas na pista, causava muito mais interesse do público. Isto garantiu a fama de um esporte rápido e brutal, já que nesta época as garotas predominavam nas ligas e faziam várias vezes da pista um ringue.

Em 2000, o roller derby tomou força nos Estados Unidos e com algumas regras novas para acabar com o “circo” que acontecia antigamente nas pistas. Mesmo com todo equipamento de proteção como joelheiras, cotoveleiras e capacete, o fato de correr de patins em círculos e ter seus corpos como forma de bloqueio e pontuação causa arranhões e hematomas. Entenda mais sobre o roller derby neste vídeo.

Muito interessante! – Há um livro da escritora Shauna Cross, chamado "Derby Girl". A obra conta a história de uma adolescente chamada Bliss, que é forçada a participar de concursos de beleza pela mãe e sempre tinha uma atitude rebelde em relação a isto. Até que um dia ela conhece o roller derby com sua melhor amiga e encontra sua paixão.

Em 2009, foi lançado um filme a partir do livro, chamado “Whip it”, com Drew Barrymore (As Panteras), que também dirigiu, e Ellen Page (Juno) estrelando Bliss, a personagem principal.

Os treinos das Jellyfish Girls ocorrem geralmente aos domingos, às 17h, em Santos no Emissário Submarino, em frente ao Museu do Surf. A liga ainda está em formação e novas patinadoras são bem-vindas.


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