Você está aqui: Primeira Página CADERNO CIÊNCIA E TECNOLOGIA
edição de 01.03 a 08.03 de 2008

  CADERNOS

 Campus
 Ciência/Tecnologia
 Cultura
 Geralis
 Mídia
 País
 Regional
 Saúde
 Primeira página



  OUTROS SERVIÇOS

 UNISANTA Online WAP
 UNISANTA Online RSS

 Podcast do Online



  CONTATO

 Sugira uma pauta
 
Colabore conosco
 
Escreva para nós


  O ONLINE

 Arquivo
 
História
 
Eleições 2004
 Eleições 2006
 
Parceria InfoSpace
 
Parceria U-Wire
 Expediente



  ADICIONE-NOS

 Na lista de Favoritos
 Como sua página inicial



 

 

 

 

 

 
imprima esta página
indique esta matéria para um amigo
HDTV é a TV do Século 21, mas está distante do povo
sábado, 1 de março de 2008

João Henrique Alves dos Santos

HDTV. Essa é a sigla para a expressão High Definition TV que, em português, pode ser traduzida como TV de alta definição. A tecnologia foi desenvolvida na década de 90 por representantes de países europeus, dos Estados Unidos e Japão, em parceria com empresas internacionais. A primeira experiência de HDTV no Brasil foi realizada em junho de 1998, feita de forma experimental transmitida pela Rede Globo e Rede Record.

A tecnologia HDTV consiste em um sistema de transmissão televisivo de qualidade superior aos formatos tradicionais (NTSC, PAL, PAL-M, SECAM). Aliada à TV digital, permite que o telespectador tenha acesso a uma melhor qualidade de som e imagem, além de proporcionar a interatividade tão sonhada entre emissor e receptor, quase inexistente no padrão de TV analógico.

A taxa de resolução de imagem da TV de alta definição é de 1920 x 1080 linhas de vídeo, qualidade superior aos aparelhos da década de 40 (240 linhas de vídeo) e dos produzidos nos anos 90, que apresentavam entre 480 e 525 linhas de vídeo; a proporção da tela da HDTV é de 16:9 ("widescreen"), que possibilita ter imagens de 2 milhões, 73 mil e 600 pixels, enquanto a TV analógica tem um formato de 4:3 (640 x 480). Quanto à qualidade do som, o áudio digital é apresentado em Dolby Digital, com 6 canais em lugar de 2 do sistema estéreo ou um canal do sistema convencional.

O professor Wanderley Augusto Camargo, formado em Jornalismo na Universidade Católica de Santos é diretor de TV e professor do Curso de Produção Multimídia da UNISANTA. Com relação à qualidade técnica da imagem e som da HDTV, Camargo afirma que “a HDTV dá uma imagem muito mais nítida, com cores muito mais fortes e reais. É possível ver profundidade nas cenas, como o primeiro plano e fundo de cena. Você tem uma profundidade maior. O som da TV digital é superior ao da TV analógica, cuja maioria das transmissões é em mono, e tem vantagem mesmo em cima das transmissões em estéreo, já que a TV digital proporciona um áudio em até 5.1 canais. Você pode ter 5 pontos de som, pois geralmente essas TVs têm saída para caixas acústicas, que você pode plugar e espalhar pela sala”, argumenta.

Para usufruir de todos os benefícios da TV de alta definição, é necessário ter uma antena UHF, que dá acesso ao sinal da TV digital aberta; um conversor HDTV, com saída HDMI e uma TV que suporta alta definição (TV de Plasma ou LCD). O conversor custa em média R$ 800,00.

Mas o acesso a HDTV para os brasileiros ainda é limitado. Por enquanto, os únicos privilegiados são os moradores da Grande São Paulo que tenham todos os itens descritos acima. “Cidades como Santos e regiões como a Baixada Santista terão um prazo até 2016 para adquirir uma TV de alta definição e o conversor digital (ou TV que já tenha o conversor embutido). As TVs regionais têm o mesmo prazo e por lei deverão transmitir toda a sua programação em HDTV”, alerta Camargo.

Para quem é assinante de TV a cabo, algumas operadoras já estão aceitando cadastros de clientes que queiram conhecer a HDTV.

Camargo atenta sobre os benefícios da era da TV digital e fala da situação do conteúdo da TV brasileira em relação à nova tecnologia: “Os benefícios da HDTV, em primeira instância, são técnicos e tecnológicos. Haverá a melhoria de imagem e som para o entretenimento e lazer que a TV proporciona. Além da melhoria da qualidade visual da programação é claro. Mas a TV digital não influencia o conteúdo, a não ser na questão da maquiagem, cenário, pois por ter uma imagem mais nítida, é preciso dar uma atenção a isso. Mas se o conteúdo continuar ruim, com uma programação o telespectador só vai ter o benefício estético. É preciso renovar o conteúdo televisivo e investir em uma programação mais cultural, com responsabilidade”, comenta.


Outras reportagens do caderno Ciência/Tecnologia:

 Na guerra dos videogames, Wii sai na frente
 Observatório astronômico abre suas portas
 Brasil é o quinto colocado em vendas de computadores
 Iphone chega ao Brasil, desbloqueado, porém ilegal
 Nova tecnologia da Apple une mapas a podcasts
 Resolvida a batalha pela sucessão do DVD


 

 

 

 

DESTAQUES

PODCAST DO ONLINE 

Sempre realizando experiências com as mais recentes tecnologias disponíveis, o UNISANTA Online inicia a publicação de matérias especialmente desenvolvidas para podcast.
Leia mais
 

ONLINE RSS 

Pioneiro em seu segmento, o UNISANTA Online publica uma versão XML de suas reportagens semanais.
Leia mais
 

FOMOS LÁ... 

 Descubra quantas vinhetas de desenho animado você consegue identificar
 Tirinhas, artigos e filmes de bom humor (negro)
 O melhor e o pior do cinema, personalidades, colunas e promoções
 Tudo sobre literatura brasileira, textos, biografias...


NO CAMPUS 

UNISANTA Notícias
Página contendo as últimas novidades da universidade em informes elaborados pela Assessoria de Comunicação da UNISANTA.

Visita virtual 360º
Faça agora mesmo uma visita virtual ao campus da UNISANTA e visualize seus ambientes em 360º.

Primeira Impressão
Jornal-laboratorial elaborado por alunos do quarto ano do curso de Jornalismo da Universidade Santa Cecília.

mais sites

 

UNISANTA Online - Jornal-laboratório da Faculdade de Artes e Comunicação da Universidade Santa Cecília (FaAC)
Correspondência: UNISANTA Online - Rua Oswaldo Cruz, 266 - Boqueirão - Santos - SP.
© 1994-2008 Universidade Santa Cecília - Todos os direitos reservados. Reprodução de textos permitida mediante autorização.
As matérias publicadas são de inteira responsabilidade dos alunos-repórteres, sob a coordenação dos respectivos
professores-orientadores - não representando, portanto, a opinião da Universidade.