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Herpes ocular pode levar a cegueira
sábado, 13 de agosto de 2005

Costábile Salzano Jr

Você já ouviu falar em herpes ocular? Não? Então preste bem a atenção, pois se você pensa que só existe dois tipos de herpes: o labial e o genital, você está enganado. O herpes ocular, nada mais é que, uma infecção da córnea por vírus do herpes simples, que mede em torno de 150 a 200 micrometros de diâmetro, e que se não for tratado de forma imediata e com diagnóstico correto pode levar o indivíduo a cegueira.

No começo, uma infecção na córnea por herpes simples pode se assemelhar a uma inflamação bacteriana leve, pois os olhos se tornam levemente dolorosos, lacrimejantes e sensíveis à luz. Mas, como uma infecção por herpes não responde a antibióticos, ela continua a se espalhar. Por isso, é necessário um diagnóstico detalhado e correto.

O Herpes ocular, como o labial, geralmente é causado pelo vírus do Herpes simples (HSV) Tipo I. As principais “vítimas” são crianças e jovens até 15 anos de idade. Muitas vezes, o herpes ocular é confundido com uma conjuntivite ou outra inflamação sendo que a lesão corneana é mais comum, com alterações discretas da córnea. O problema é que a partir do momento em que a pessoa entra em contato com o vírus, as feridas podem aparecer sempre que a sujeito fique com baixa imunidade ou passar por situações física e emocionalmente estressantes.

Sintomas – A príncipio a pessoa pode pensar estar com uma conjuntivite ou até mesmo, a sensação de um corpo estranho no olho. Dores nos olhos, lacrimejamento, sensibilidade à luz, estão entre os sintomas. A inflamação causa dor, hiperemia (excesso de sangue) e edema palpebral, que pode comprometer a córnea. A herpes ocular deve ser considerada uma urgência oftalmológica, com início do tratamento imediato.

Por isso, quando o herpes-zoster infecta a face e ameaça o olho, o tratamento precoce reduz o risco de complicações oculares. Os corticosteróides, geralmente sob a forma de colírio, também podem ser úteis.

"É imprescindível tratar a patologia com medicamentos específicos como pomadas oftalmológicas antivirais ou colírios que nem sempre são eficazes, mas ajudam a combater o vírus a parar de se multiplicar”, explica a oftalmologista Maria Cristina Veiga Lino.

Mas, mesmo com o tratamento adequado podem haver seqüelas cicatriciais na córnea com diminuição da intensidade visual, dependendo da localização e extensão da úlcera. Uma complicação do herpes ocular é a úlcera (necrose do tecido corneal por causa da invasão por microorganismo) de córnea. Maria Cristina avisa que se a infecção atingir uma das camadas mais profundas da córnea várias vezes de forma mais agressivas podem levar à perda de visão e, conseqüentemente, à cegueira.

A oftalmologista esclarece, também, que o vírus do herpes simples é diferente do herpes associado à doença sexualmente transmissível (DST). Ou seja, o herpes ocular não é considerada uma DST. "É necessário distinguir o herpes simples do herpes zoster, pois, apesar dos mesmos sintomas, um é provocado pela varicela (o mesmo vírus da catapora)."

Causas- Estresse, febre, problemas de saúde bucal ou pós-cirúrgicos, queimadura de sol e traumas são as principais causas do aparecimento do herpes. Mais da metade da população mundial já entrou em contato com esse vírus.


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